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13 jun

Cloud Computing, a nova aposta digital

Postado por Gabriela | Categoria: Geral, Notícias, Tendências | Nenhum comentário Tags: , , ,

Na última semana, a Apple anunciou o lançamento de um novo serviço – o iCloud. Com ele, será possível o compartilhamento dos dados do usuário (músicas, fotos, aplicativos, etc.) em todos os seus dispositivos Mac por meio do cloud computing ou computação em nuvem.

O conceito de cloud computing nada mais é que a utilização da capacidade de armazenamento de um computador sem a necessidade de uma unidade física, graças à internet!

Mas, para alguns, essa história de “nuvem virtual” não é vista com bons olhos e causa certa insegurança e desconfiança, afinal, teoricamente, só é preciso um PC compatível com recursos disponíveis na internet para que se possa ter acesso a informações, arquivos e programas num sistema único, independente de plataforma. Ou seja, em qualquer lugar, de qualquer computador, será possível vizualizar seus dados – um convite para hackers de plantão.

As companhias que desenvolvem processadores e chips garantem que estão trabalhando em sistemas de segurança que tornarão a infraestrutura em nuvem mais segura. Será que dá pra confiar?

Por um lado, há a praticidade de ter ao seu alcance todas as suas informações, mesmo estando longe de seu computador pessoal, a prevenção de ter seus dados distribuídos entre vários servidores (o que elimina possíveis erros) e tudo criptografado para a sua segurança.

De outro lado, vale lembrar que para acessar as informações é preciso que haja conexão com a internet, o que infelizmente não é possível em todos os lugares. Também há o problema de todos os servidores terem acesso aos seus dados e o fato de que, se alguém descobrir sua senha, não há criptografia que resolva!

Bom, para toda novidade tecnológica existem entusiastas e céticos, mas, tratando-se de um serviço GRATUITO da Apple, dá pra ter certeza de uma coisa: terá recorde de usuários, como sempre. 

01 abr

Web 2.0 Expo Dia 4: Usabilidade, Social TV e Geolocalização.

O último dia de Web 2.0 Expo começou com Keynotes de diversas empresas de comércio explicando por que usabilidade e design podem ser decisivos para o sucesso de ferramentas on-line.

Dave Glasgow, do eBay, demonstrou o quanto foi importante a criação do aplicativo para iPhone e como ele ajudou a unir pontos de venda físicos com compras realizadas on-line. Para Glasgow, o consumidor quer poder comprar em casa, na rua ou na loja. É importante que as marcas estejam preparadas para vender no momento que o consumidor quiser.

Adam Goldstein, CEO do Hipmunk, um serviço de compra de passagens aéreas que está se destacando entre os concorrentes pela interface revolucionária, mostrou como é importante se diferenciar para entrar no mercado. Enquanto todos os outros sites de vendas de passagens listam horários e valores, o Hipmunk conseguiu revolucionar a categoria exibindo graficamente para os internautas os horários e melhores companhias aéreas, baseado em tempo de voo e quantidade de escalas. Segundo Goldstein, para se diferenciar dos concorrentes, é importante mostrar coisas diferentes do que os consumidores esperam, gerar boa experiência de navegação e, com isso atrair, naturalmente, mais usuários.

Social TV
Cada vez mais as pessoas estão deixando de assistir à TV e recorrendo à web para conseguir informações de forma mais prática. Na palestra de Paul Smith, da mPulse Media, foi possível notar que a TV está se reinventando e que ela é muito mais que uma tela e um receptor. A TV está se transformando em diversos aparelhos e dispositivos integrados (celular, controle remoto, video game, tablet), onde o usuário poderá escolher ao que assistir e onde assistir.

Para se integrar às redes sociais, a TV está ganhando aliados. O GetGlue, por exemplo, é um serviço de check-in, em que usuários podem avisar aos amigos a que programa de TV estão assistindo, dizer se gostaram ou não do programa e conquistar selos, conforme a frequência e variedade de conteúdo compartilhado nos aplicativos.

Grandes emissoras também já usam e abusam da interação com redes sociais, tornando o espectador parte da programação e aproveitando a interação com ele para espalhar sua programação nas próprias redes sociais.

Geolocalização
Chris Hullfs, fundador do serviço Life360, mostrou que geolocalização ainda é algo muito novo, mas que deve crescer muito nos próximos anos, principalmente pela adoção de GPS na maioria dos novos celulares e Smartphones. Com a massificação do GPS, maior precisão, o menor consumo de bateria e a possibilidade de funcionar em segundo plano, a geolocalização tem tudo para decolar e se tornar coisa séria.

Para Hullfs, a maioria das aplicações para celular que usam geolocalização ainda não são muito úteis. Mas, com a disseminação da tecnologia, serviços mais interessantes deverão surgir, como o Life360, criado por ele e que permite, através de celular com GPS, que pessoas saibam da localização de outras em tempo real, permitindo aos pais saberem onde, exatamente, seus filhos estão e transformando o celular em um dispositivo de segurança.

31 mar

Web 2.0 Expo – Terceiro Dia: Web 3.0 e o Futuro do Comércio

Nesta quarta (30), ocorreu o terceiro dia da Web 2.0 Expo, em São Francisco. Além das diversas palestras sobre Design, Programação, Redes Sociais e Marketing que aconteceram durante todo o dia, foram realizados Keynotes no final da tarde, com o objetivo de responder como será a Web 3.0 e como as marcas podem se beneficiar desta nova revolução que está acontecendo na Internet.

Reid Hoffman, fundador do LinkedIn, uma rede social para compartilhamento de interesses profissionais que teve o Brasil como país de maior crescimento em audiência no ano passado, deu seus palpites sobre como será a Web 3.0. Para ele, ela será diferente da versão 2.0, em que as pessoas deixaram de consumir para gerar conteúdo em blogs e redes sociais. Na 3.0, as pessoas começarão a gerar mais informações e agrupá-las por conta, não se limitando a um serviço ou plataforma. Ou seja, cada internauta passa a ser uma espécie de portal de notícias, produzindo ou compartilhando informações para seus amigos. Além disso, os internautas publicarão e visualizarão as informações onde e quando bem entenderem, seja em um site de notícias, um agregador de redes sociais, um aplicativo para SmartPhone ou na porta da geladeira.

Quanto a mobilidade, Raven Zachary palestrou durante a tarde sobre “um ano de iPad”, o tablet da Apple que foi apresentado ao mundo no começo de 2010 e foi apontado pelos analistas como um fracasso, mas acabou criando um novo nicho, uma nova necessidade nas pessoas e preocupação em fabricantes de computadores. Aparelhos como este, segundo Zachary e Hoffman, já se tornaram plataformas de produção e consumo de conteúdo. Os usuários que as utilizam não se importam com que site estão usando, mas sim com o conteúdo que estão publicando ou recebendo.

Esta despreocupação em não mais se limitar a sites específicos pode ser notada em diversos serviços que já utilizam como forma de autenticação as informações do Facebook e Twitter. Várias redes sociais que estão surgindo já usam tal integração para evitar aborrecimentos na hora de criar novo usuário e senha. Outros serviços, como o Mint.com, conectam-se à conta bancária dos usuários e geram gráficos de desempenho financeiro do mês sem que o usuário precise adicionar cada uma de suas transações com cartão.

Foco na informação e despreocupação sobre onde e como ela está pode ser uma grande oportunidade para o comércio. O “e-commerce” está deixando de ser somente virtual e está cada vez mais se integrando com os pontos de venda físicos, tornando as lojas virtuais parte integrada de todo o sistema de vendas das empresas.

Para Osama Bedier, do Google, o e-commerce já está mudando e, nesta fase de transição, sairão na frente marcas que focarem em formas de pagamento digital. O pagamento com cartão de crédito muitas vezes demora ou gera problemas que podem resultar em perda de venda. Meios digitais que já armazenam as informações do Cartão, como PayPal e Google Checkout facilitam a venda e ajudam a aumentar as vendas por impulso, já que o fechamento do pedido fica a apenas um clique.

Para Bedier, os estoques das lojas, físicas e on-line, precisam estar sempre na Web, para que qualquer pessoa possa, em tempo real, saber se o produto realmente está disponível na loja, realizar a compra on-line ou, ainda, escolher a loja mais próxima para buscá-lo pessoalmente.

Ainda sobre E-commerce, Bedier finalizou dizendo que as lojas precisam se unificar e, através de uma espécie de login único, integrado com redes sociais, facilitar a compra e a relação com os consumidores. Isso serviria para aproveitar informações deixadas por eles em seus perfis sociais para oferecer promoções exclusivas e relevantes. Além disso, com lojas integradas às Redes Sociais, usuários podem compartilhar produtos e experiências, transformando seus perfis em canais de venda.

30 mar

Web 2.0 Expo – Segundo dia: Novas Mídias e o Futuro da Web

Nas apresentações da manhã, foi possível notar o quanto o Facebook está em alta por aqui. A rede social, que cresceu mais de 200% em 2010 no Brasil, teve apresentações em quase todas as áreas, desde programação até Marketing, passando por Design. Entre as principais dicas, o que chamou a atenção foi o fato de que muitas empresas aqui já estão trocando e-mails marketings personalizados por anúncios personalizados, utilizando a plataforma de anúncios do Facebook. Dentro da rede social, é possível segmentar anúncios para usuários, usando informações de localização, data de nascimento, sexo, trabalho, comunidades de que participam, entre outras informações.

Social Media é, sim, para pequenas empresas e marcas locais, elas podem gerar conteúdo e conversar com as pessoas, coisa que grandes empresas podem não conseguir por conta do volume de menções diárias.

Quanto mais digital a mídia, mais mensurável ela pode ser. Em mídia social, é importante esquecer do ROI (retorno sobre o investimento, em inglês) e se preocupar com KPI’s, ou seja, a meta que a empresa deseja atingir usando redes sociais, seja ela melhorar ou construir a reputação da marca, melhorar o desempenho do marketing, aumentar o faturamento ou economizar no suporte.

Realidade aumentada ainda é o foco de muitas empresas e campanhas de marketing. Empresas que querem entrar nesta área precisam seguir algumas regras: Utilidade + Praticidade + Privacidade + Rentabilidade.

Kevin Kelly, co-fundador da revista Wired, fez uma das apresentações mais interessantes da tarde. Em 20 minutos, definiu a evolução e o futuro da internet, mostrando que ela está se tornando cada vez mais presente em nossas vidas, com telas espalhadas por todos os lugares e informações sendo produzidas e compartilhadas por todos. Neste novo ecossistema, empresas que souberem criar conteúdo original e o distribuí-lo de forma a atender o imediatismo que as pessoas exigem para conteúdo poderão faturar muito na Web.

Com apresentações curtas, diversas outras empresas mostraram como é importante medir resultados, preocupar-se com a experiência do usuário e com acessibilidade e portabilidade de sites e aplicativos. Destaque para um novo serviço, chamado InDinero, criado por uma garota recém-formada que, mensurando os acessos do seu serviço, conseguiu melhorar o desempenho de cadastros e, consequentemente, o faturamento de sua empresa em 20 vezes.

O dia terminou com um evento chamado Startup Showcase, uma espécie de “feira de ciências” para pequenas empresas de tecnologia que estão começando e precisam de investimento. Após avaliar a apresentação de cada uma das empresas no lobby do evento, o público votou nas melhores idéias, que, então, foram apresentadas no palco principal.

Para conferir, ao vivo, tudo o que está rolando na Web 2.0 Expo, é só ficar ligado no nosso twitter: @housecricket.

25 mar

Em 2011, preste atenção em: comércio social

O post de hoje encerra a série “Tendências para 2011”. E, para fechar com chave de ouro, nada melhor do que abordar uma tendência que junta duas coisas que todos os nossos leitores curtem: ganhar dinheiro e redes sociais. Mas como fazer essa união? Simples: comércio social.

Comércio social pode ser entendido como “usar das redes e mídias sociais para auxiliar no comércio eletrônico”. Explicamos: fazer comércio social é passar a ouvir e interagir com o cliente de formas mais modernas e eficazes do que a velha caixinha de sugestões. A tendência começou quando sites de venda on-line, como a Amazon, incluíram em sua interface opções que permitiam aos usuários dar notas e fazer análises dos produtos, além de possibilitar a criação de uma lista de discussão específica para cada item. Logo, a ideia se alastrou e agora praticamente todo site de compras possui um sistema de comentários e notas.

Quando a primeira inovação acabou se tornando regra, só restava aos sites inovar ainda mais. Foi assim que surgiram os sites de compra coletiva, outra forma extremamente lucrativa de comércio social. Exemplos não faltam: Peixe Urbano, Clube Urbano, Pecados da Capital e por aí vai.

Mas a força do comércio social foi verdadeiramente demonstrada com o case que vamos contar a seguir. Na Camiseteria, são os próprios usuários que geram o conteúdo (as estampas), que então são submetidas a uma votação também por eles e, depois de tudo, compradas por usuários. O site acaba funcionando simplesmente como mediador de todo o processo, além de produzir as camisetas com as estampas escolhidas, claro. Essa customização dos produtos também é outro mérito do comércio social: se benfeito, ele permite que os usuários comprem exatamente aquilo que querem ou de que precisam.

Com este post, acabamos nossa série “Tendências para 2011”. Fiquem à vontade para opinar nos comentários ou ainda fazer suas próprias apostas do que vai bombar este ano.

18 mar

Em 2011, preste atenção em: redes sociais de nicho.

Neste texto da nossa série “Tendências para 2011”, queremos começar fazendo uma pergunta: em quais redes sociais você está? Com certeza você pensará no Twitter, Facebook e talvez ainda seja um dos que mantêm um perfil no Orkut. Mas e se nós mudássemos essa questão para: “como você faria se precisasse viajar para outra cidade e não tivesse onde ficar”? Claro que você sempre tem a opção de pagar um hotel ou perguntar para amigos, mas a nossa próxima tendência também pode ser uma boa solução. Estamos falando, é claro, das redes sociais de nicho.

Rede social Couch Surfing
No caso da pergunta anterior, por exemplo, uma boa solução seria fazer um cadastro no Couch Surfing. Nessa rede social, pessoas do mundo todo se unem em prol de um objetivo: conhecer novas culturas. Nela você tem a opção de ceder a sua casa para viajantes que queiram conhecer o lugar onde você mora, assim como vê quais as pessoas que podem te receber no lugar para onde você está indo. São milhões de cadastrados no mundo todo e não podemos negar que, contanto que você tenha certeza de quem é a pessoa que vai ficar na sua casa ou te receber na dela, deve ser uma experiência muito mais interessante do que simplesmente ficar em um hotel.

Claro que algumas pessoas poderão argumentar que essas redes não têm chance alguma quando comparadas a grandes redes como Facebook e Orkut. Elas estão certas, sob um ponto de vista. Mas, sob outro, temos que considerar que redes como o Couch Surfing não têm essa intenção. Enquanto Facebook e Orkut são voltados para todo tipo de gente, as redes sociais de nicho têm um público muito específico, que busca um espaço onde possa encontrar informações sobre seu objeto de interesse e trocar ideias com aqueles que compartilham do mesmo interesse.

Além do exemplo já mencionado, vale a pena conferir iniciativas como a Migux (para crianças), a Louco Por Ti Corinthians e a Mengomania (autoexplicativas) e a Troca Jogos (usuários cadastram seus jogos de videogame e trocam entre si). O fato de iniciativas como essas não só terem surgido, mas também estarem dando certo, mostra que redes sociais de nicho realmente são uma tendência que tem tudo para dar lucro àqueles que souberem aproveitá-la.

Troca Jogo

A rede social Troca Jogo

24 fev

Já estamos usando a Geolocalização.

FoursquareHá algumas semanas, a nossa série “Tendências para 2011” abordou a Geolocalização como algo que iria bombar neste ano. Para mostrar que a HouseCricket realmente acredita nisso, nós desenvolvemos uma ação para o Shopping Mueller que explorava essa ferramenta.

Aproveitando que o Shopping serviria de ponto de distribuição de ingressos para o tradicional Festival de Teatro de Curitiba, foi decidido que, de cara, o Mayor do Shopping ganharia dois pares de vale-ingressos. Quanto ao resto dos usuários, eles têm a chance de ganhar 46 ingressos. Basta que deem 7 check-ins no Shopping e que estejam entre os 46 primeiros a chegar no balcão de informações para também garantirem seu vale-ingresso. Essa não é a primeira ação que a HouseCricket desenvolve usando o Foursquare, mas achamos que valia a pena comentar sobre ela para mostrar que a Geolocalização realmente é uma tendência que merece ser explorada.

Além da ação no Foursquare, também criamos ações com o Shopping Mueller para distribuir vale-ingressos para o Festival de Teatro de Curitiba via Facebook e Twitter.

Para mais informações sobre essas promoções, acesse: Promoções nas Redes Sociais.

15 fev

Em 2011, preste atenção em: Interfaces mais humanas

Postado por Vitor | Categoria: Tendências | Nenhum comentário Tags: , , , ,

Pessoal, para a terceira tendência de novas mídias, escolhemos um assunto muito simpático: interfaces mais humanas. O que exatamente isso quer dizer? Pense naquele programa de computador com o qual você nunca aprendeu a trabalhar. São submenus dentro de submenus, botões por todos os lados e tantas opções que você se sente perdido só de lembrar. Pois bem, neste post nós vamos falar exatamente do contrário: aplicativos, jogos e produtos tão fáceis de mexer que você tem a impressão de que já nasceu sabendo.

Essa é a grande base das chamadas interfaces mais humanas. Elas permitem que você tenha o máximo de aproveitamento com o mínimo de dor de cabeça. Isso só é possível porque as empresas estão começando a entender a importância do design para os negócios. Consumidores estão muito mais dispostos a gastar tempo e dinheiro com produtos que são agradáveis de manusear e fáceis de operar.

Foi esse pensamento que levou a Apple, por exemplo, a desenvolver o iPhone e, mais recentemente, o iPad. Ambos representaram avanços admiráveis rumo a uma interface mais humana, em seus respectivos segmentos. Prova disso é o trabalho que as outras empresas estão tendo para oferecer uma concorrência que atraia os consumidores, como os lançamentos de outras tablets e smartphones que também procuram ter uma curva de aprendizado mais amigável.

Mas também é possível levar essa ideia para além de telas sensíveis ao toque. O maior exemplo disso está nos videogames. Em 2006, o Nintendo Wii já mostrava isso com seus controles que dependiam mais dos movimentos do corpo do jogador do que dos seus dedos. Aí, em 2010, veio a Microsoft e disse “mas jogar usando um controle?” e lançou o Kinect, que dispensa o uso de qualquer dispositivo de controle que não seja o próprio jogador. A ideia fica mais fácil de visualizar com o vídeo abaixo:

“Certo, isso é tudo muito legal, mas e o nosso Brasil, como fica?”, vocês podem estar pensando. Pois saibam que nós também já demos alguns passos na direção desse conceito. Um exemplo muito interessante aconteceu na última Campus Party, evento que reuniu milhares de profissionais e entusiastas de novas tecnologias. Para o evento, foi desenvolvido o cartão “Curti na Campus Party”. Bastava que o usuário se cadastrasse no site e passasse o cartão nos sensores disponíveis nas atrações para que o Facebook dele fosse atualizado, indicando que ele “curtiu” aquilo, sem precisar sequer ligar um computador. Nós já falamos desse cartão no segundo post da série (Em 2011, preste atenção em: interação entre Virtual e Real), mas acreditamos que ele é, também, um importante passo do nosso mercado rumo às interfaces mais humanas.

Com todos esses exemplos, fica fácil perceber por que nós acreditamos que as interfaces mais humanas vão bombar em 2011. Agora, cabe a nós encontrar maneiras de trazer esse conceito para a Comunicação, gerando resultados melhores tanto para clientes quanto para consumidores.

08 fev

Em 2011, preste atenção em: interação entre Virtual e Real

Postado por Vitor | Categoria: Tendências | 2 comentários Tags: , , , , ,

Pessoal, no post de hoje, vamos dar continuidade à nossa série “Tendências para 2011”. Dessa vez, vamos falar de dois assuntos distintos, mas bem relacionados: ações no mundo real que influenciam no ambiente virtual e ações no ambiente virtual que influenciam no mundo real.

Comecemos pelo primeiro caso, ações no mundo real que influenciam no ambiente virtual. Pense da seguinte maneira: quando você consegue alguma coisa, boa parte da graça não é contar pra todo mundo?  É de algo assim que nós estamos falando aqui.  Não é novidade para ninguém que as redes sociais facilitaram muito esse processo. Com elas, é possível saber, praticamente em tempo real, a localização dos nossos amigos (falamos disso no primeiro post da série Tendências para 2011, confira: (Em 2011, preste atenção em: Geolocalização) e o que eles estão fazendo.

Foi se aproveitando disso que a Nike, por exemplo, desenvolveu o Nike Plus, um aplicativo para iPod e iPhone que mede a distância percorrida por um corredor durante o exercício e compartilha essa informação nas redes sociais do usuário. Ou seja, é perfeito para que todos os seus amigos saibam como você é uma pessoa saudável e ligada nas últimas tecnologias. Outro dado interessante sobre isso é que, se somarmos a distância percorrida pelos usuários do Nike Plus no mundo todo, teremos mais de quinhentos milhões de quilômetros. Entenderam por que nós acreditamos que esse negócio de experiências reais com desfechos virtuais vai bombar em 2011?

Trazendo essa ideia de experiências reais com influência virtual para terras tupiniquins, podemos citar o esquema de cartões utilizados na Campus Party desse ano. Bastava o usuário passar um cartão no terminal da atração que achasse interessante para que, automaticamente, ele a “curtisse” no Facebook. Para mais informações, confiram: Brasileiros desenvolvem cartão RFID para curtir no Facebook .

O contrário também é legal

Agora, vamos falar sobre o outro lado da moeda: experiências virtuais que têm reflexo no mundo real. O que acontece aqui é o seguinte: através de algum aplicativo, site ou rede social, o usuário pode ter atitudes que influenciam o mundo real, o que é muito útil para mostrar a força dessas novas mídias àqueles que ainda acreditam que elas são uma moda passageira.  O case que vamos mostrar para ilustrar isso também é da Nike, dessa vez através da marca Livestrong, que angaria fundos para o combate ao câncer.

Durante o Tour de France (tradicional corrida de bicicletas realizada na França), a empresa surpreendeu com o seu Chalkbot, uma máquina que “imprimia” mensagens no asfalto à frente dos participantes da prova. As mensagens, em sua maioria, eram palavras de esperança para portadores de câncer. A grande ideia aqui é que essas mensagens podiam ser enviadas por qualquer pessoa via Twitter, SMS, banners e o próprio site da ação. A mensagem então era fotografada e enviada por e-mail para a pessoa que a escreveu.

Essa ação conseguiu aumentar as vendas da Livestrong em 46%, além de arrecadar milhões para o tratamento das pessoas que tinham a doença. Mais uma prova de que esse tipo de iniciativa dá resultado. Além disso, esse case foi Grand Prix de Cyber no último Festival de Cannes, o que mostra que, com certeza, esse tipo de ideia vai bombar nesse ano.

31 jan

Em 2011, preste atenção em: Geolocalização.

Galera, com o post de hoje, vamos inaugurar nossa série “Tendências para 2011”, na qual vamos mostrar nossas apostas do que vai bombar neste ano na área de Novas Mídias.

Para começar, falemos de geolocalização. “Isso não é nada novo”, dirão alguns antes de afirmar que já usavam GPS para descobrir em qual esquina virar há pelo menos dois anos. Pode até ser, mas a novidade está nas possibilidades que a popularização do GPS oferece, principalmente nos celulares.


Um exemplo simples são os aplicativos que indicam ao usuário onde, perto do local em que ele está, há o estabelecimento de que ele precisa. Trocando em miúdos: você viaja para uma cidade que nunca tinha visitado na vida e decide tomar um sorvete. Com um desses aplicativos, você vê facilmente a localização de todas as sorveterias da região, inclusive com recomendações de quais são boas ou não.

E que outras coisas legais a Geolocalização oferece?

Também há aplicativos ideais para todos que querem sempre saber o paradeiro dos outros e divulgar o próprio. Redes sociais como o Foursquare são baseadas no número de check-ins que o usuário faz. Um check-in é basicamente um “oi, estou aqui” enviado para todos os seus contatos do Foursquare toda vez que você entra em algum lugar. A pessoa que tiver o maior número de check-ins em um determinado lugar torna-se o Mayor (prefeito) do local. Há diversos lugares que oferecem vantagens ao usuário que é Mayor.

Dentre esses aplicativos, o Foursquare certamente é o mais popular, mas não o único. Alguns concorrentes estão começando a tomar espaço, como o Cromaz e o Gowalla.

Imagem por Foursquare

E por que nós estamos falando tudo isso no blog de uma agência de Comunicação Digital?

Simplesmente porque as marcas e as empresas de propaganda descobriram que a geolocalização pode ser usada de maneiras extremamente criativas e, melhor ainda, extremamente lucrativas.

Acompanhem alguns cases que envolveram geolocalização:

Reparem que os exemplos são, em sua maioria, estrangeiros. Isso significa que essa tendência ainda está dando os primeiros passos no nosso mercado. Mas, com tantos cases incríveis produzidos lá fora, fica fácil acreditar que é só uma questão de tempo até cases de geolocalização começarem a ser exportados, em vez de importados.