Posts na tag ‘Mobile’

10 ago

Novidade no mundo dos games mobile

Postado por Gabriela | Categoria: Mercado, Mobile, Tendências | Nenhum comentário Tags: ,

Uma nova onda começa a tomar conta do mercado digital. São os games baseados em geolocalização.

Jogos que já são sucesso na internet agora contam com um upgrade em cenários graças aos serviços de localização, como o GPS. O usuário poderá jogar com seu próprio bairro como pano de fundo e até mesmo ver outros jogadores que estejam jogando próximo a ele. Em alguns casos, até poderá desbloquear novas fases de acordo com o lugar em que está.

O AngryBirds, que teve 140 milhões de downloads em um ano e meio, já aposta na geolocalização. Sua nova versão contará com novos personagens e níveis de acordo com o local em que o jogador está. Além disso, será possível competir com outros jogadores que estejam nas proximidades, em lojas, lanchonetes e prédios reais utilizados como cenário.

Own This World e Shadow Cities são outros exemplos de jogos que utilizam o posicionamento global como parte central de seu funcionamento. O objetivo de ambos os games é conquistar territórios virtuais, mas para isso o usuário precisa se movimentar pela cidade em que vive.

Confira mais em Location Based Games e Own Your World with location based mobile games

Essa novidade também traz uma brecha interessante para empresas em geral. O mercado dos games, ainda recente e pouco explorado, aliado à geolocalização é uma ótima oportunidade de inserir sua marca no game, utilizando a fachada real de seu negócio. Ainda existem opções que vinculam a liberação de novas fases ao local do jogador, o que pode ser utilizado em jogos já existentes ou até mesmo em um jogo criado exclusivamente para promover o lugar em questão.

Com essa nova tendência, as pessoas que dizem que jogos eletrônicos são coisa de quem não sai de casa vão ter que arranjar outro argumento para criticá-los.

01 abr

Web 2.0 Expo Dia 4: Usabilidade, Social TV e Geolocalização.

O último dia de Web 2.0 Expo começou com Keynotes de diversas empresas de comércio explicando por que usabilidade e design podem ser decisivos para o sucesso de ferramentas on-line.

Dave Glasgow, do eBay, demonstrou o quanto foi importante a criação do aplicativo para iPhone e como ele ajudou a unir pontos de venda físicos com compras realizadas on-line. Para Glasgow, o consumidor quer poder comprar em casa, na rua ou na loja. É importante que as marcas estejam preparadas para vender no momento que o consumidor quiser.

Adam Goldstein, CEO do Hipmunk, um serviço de compra de passagens aéreas que está se destacando entre os concorrentes pela interface revolucionária, mostrou como é importante se diferenciar para entrar no mercado. Enquanto todos os outros sites de vendas de passagens listam horários e valores, o Hipmunk conseguiu revolucionar a categoria exibindo graficamente para os internautas os horários e melhores companhias aéreas, baseado em tempo de voo e quantidade de escalas. Segundo Goldstein, para se diferenciar dos concorrentes, é importante mostrar coisas diferentes do que os consumidores esperam, gerar boa experiência de navegação e, com isso atrair, naturalmente, mais usuários.

Social TV
Cada vez mais as pessoas estão deixando de assistir à TV e recorrendo à web para conseguir informações de forma mais prática. Na palestra de Paul Smith, da mPulse Media, foi possível notar que a TV está se reinventando e que ela é muito mais que uma tela e um receptor. A TV está se transformando em diversos aparelhos e dispositivos integrados (celular, controle remoto, video game, tablet), onde o usuário poderá escolher ao que assistir e onde assistir.

Para se integrar às redes sociais, a TV está ganhando aliados. O GetGlue, por exemplo, é um serviço de check-in, em que usuários podem avisar aos amigos a que programa de TV estão assistindo, dizer se gostaram ou não do programa e conquistar selos, conforme a frequência e variedade de conteúdo compartilhado nos aplicativos.

Grandes emissoras também já usam e abusam da interação com redes sociais, tornando o espectador parte da programação e aproveitando a interação com ele para espalhar sua programação nas próprias redes sociais.

Geolocalização
Chris Hullfs, fundador do serviço Life360, mostrou que geolocalização ainda é algo muito novo, mas que deve crescer muito nos próximos anos, principalmente pela adoção de GPS na maioria dos novos celulares e Smartphones. Com a massificação do GPS, maior precisão, o menor consumo de bateria e a possibilidade de funcionar em segundo plano, a geolocalização tem tudo para decolar e se tornar coisa séria.

Para Hullfs, a maioria das aplicações para celular que usam geolocalização ainda não são muito úteis. Mas, com a disseminação da tecnologia, serviços mais interessantes deverão surgir, como o Life360, criado por ele e que permite, através de celular com GPS, que pessoas saibam da localização de outras em tempo real, permitindo aos pais saberem onde, exatamente, seus filhos estão e transformando o celular em um dispositivo de segurança.

31 mar

Web 2.0 Expo – Terceiro Dia: Web 3.0 e o Futuro do Comércio

Nesta quarta (30), ocorreu o terceiro dia da Web 2.0 Expo, em São Francisco. Além das diversas palestras sobre Design, Programação, Redes Sociais e Marketing que aconteceram durante todo o dia, foram realizados Keynotes no final da tarde, com o objetivo de responder como será a Web 3.0 e como as marcas podem se beneficiar desta nova revolução que está acontecendo na Internet.

Reid Hoffman, fundador do LinkedIn, uma rede social para compartilhamento de interesses profissionais que teve o Brasil como país de maior crescimento em audiência no ano passado, deu seus palpites sobre como será a Web 3.0. Para ele, ela será diferente da versão 2.0, em que as pessoas deixaram de consumir para gerar conteúdo em blogs e redes sociais. Na 3.0, as pessoas começarão a gerar mais informações e agrupá-las por conta, não se limitando a um serviço ou plataforma. Ou seja, cada internauta passa a ser uma espécie de portal de notícias, produzindo ou compartilhando informações para seus amigos. Além disso, os internautas publicarão e visualizarão as informações onde e quando bem entenderem, seja em um site de notícias, um agregador de redes sociais, um aplicativo para SmartPhone ou na porta da geladeira.

Quanto a mobilidade, Raven Zachary palestrou durante a tarde sobre “um ano de iPad”, o tablet da Apple que foi apresentado ao mundo no começo de 2010 e foi apontado pelos analistas como um fracasso, mas acabou criando um novo nicho, uma nova necessidade nas pessoas e preocupação em fabricantes de computadores. Aparelhos como este, segundo Zachary e Hoffman, já se tornaram plataformas de produção e consumo de conteúdo. Os usuários que as utilizam não se importam com que site estão usando, mas sim com o conteúdo que estão publicando ou recebendo.

Esta despreocupação em não mais se limitar a sites específicos pode ser notada em diversos serviços que já utilizam como forma de autenticação as informações do Facebook e Twitter. Várias redes sociais que estão surgindo já usam tal integração para evitar aborrecimentos na hora de criar novo usuário e senha. Outros serviços, como o Mint.com, conectam-se à conta bancária dos usuários e geram gráficos de desempenho financeiro do mês sem que o usuário precise adicionar cada uma de suas transações com cartão.

Foco na informação e despreocupação sobre onde e como ela está pode ser uma grande oportunidade para o comércio. O “e-commerce” está deixando de ser somente virtual e está cada vez mais se integrando com os pontos de venda físicos, tornando as lojas virtuais parte integrada de todo o sistema de vendas das empresas.

Para Osama Bedier, do Google, o e-commerce já está mudando e, nesta fase de transição, sairão na frente marcas que focarem em formas de pagamento digital. O pagamento com cartão de crédito muitas vezes demora ou gera problemas que podem resultar em perda de venda. Meios digitais que já armazenam as informações do Cartão, como PayPal e Google Checkout facilitam a venda e ajudam a aumentar as vendas por impulso, já que o fechamento do pedido fica a apenas um clique.

Para Bedier, os estoques das lojas, físicas e on-line, precisam estar sempre na Web, para que qualquer pessoa possa, em tempo real, saber se o produto realmente está disponível na loja, realizar a compra on-line ou, ainda, escolher a loja mais próxima para buscá-lo pessoalmente.

Ainda sobre E-commerce, Bedier finalizou dizendo que as lojas precisam se unificar e, através de uma espécie de login único, integrado com redes sociais, facilitar a compra e a relação com os consumidores. Isso serviria para aproveitar informações deixadas por eles em seus perfis sociais para oferecer promoções exclusivas e relevantes. Além disso, com lojas integradas às Redes Sociais, usuários podem compartilhar produtos e experiências, transformando seus perfis em canais de venda.

24 fev

Já estamos usando a Geolocalização.

FoursquareHá algumas semanas, a nossa série “Tendências para 2011” abordou a Geolocalização como algo que iria bombar neste ano. Para mostrar que a HouseCricket realmente acredita nisso, nós desenvolvemos uma ação para o Shopping Mueller que explorava essa ferramenta.

Aproveitando que o Shopping serviria de ponto de distribuição de ingressos para o tradicional Festival de Teatro de Curitiba, foi decidido que, de cara, o Mayor do Shopping ganharia dois pares de vale-ingressos. Quanto ao resto dos usuários, eles têm a chance de ganhar 46 ingressos. Basta que deem 7 check-ins no Shopping e que estejam entre os 46 primeiros a chegar no balcão de informações para também garantirem seu vale-ingresso. Essa não é a primeira ação que a HouseCricket desenvolve usando o Foursquare, mas achamos que valia a pena comentar sobre ela para mostrar que a Geolocalização realmente é uma tendência que merece ser explorada.

Além da ação no Foursquare, também criamos ações com o Shopping Mueller para distribuir vale-ingressos para o Festival de Teatro de Curitiba via Facebook e Twitter.

Para mais informações sobre essas promoções, acesse: Promoções nas Redes Sociais.

21 fev

Em 2011, preste atenção em: jogos virtuais, plataformas reais.

Postado por Renata | Categoria: Geral, Mobile, Tendências | Nenhum comentário Tags: , , ,

No nosso quarto post da série “Tendências para 2011”, vamos falar sobre jogos virtuais controlando plataformas reais. Funciona assim: imagine um jogo para o seu smartphone que funcione com realidade aumentada. Até aí, nada de muito impressionante. A graça vem quando você percebe que o carro, helicóptero ou o que quer que seja que você está controlando existe de verdade.

Como isso é possível? Simples. O objeto controlado possui um sistema de recepção que permite ao jogador, através de um aplicativo, controlar os seus movimentos. Observe este exemplo:

Na verdade, esse exemplo parece muito com a ideia que estamos tentando transmitir aqui, mas ainda não é. Explicando: um carro de Fórmula 1 já possui um sistema para ser controlado à distância, então não é como se fosse algo realmente inédito.

O próximo case, porém, é a prova de que é possível controlar outros objetos através desse sistema e, ainda por cima, transformar o ato de controlar em um verdadeiro jogo.

Isso mesmo, dessa vez o aplicativo não só permite controlar e ver onde o helicóptero está indo, como adiciona Realidade Aumentada. O efeito disso é, basicamente, transformar seu inocente passeio pela sala de casa em uma emocionante batalha aérea pela sua vida.

Nós ainda não vimos nenhum uso dessa tecnologia voltado especificamente para a Comunicação Digital (se você conhecer algum, é só falar nos comentários e nós ficaremos felizes em atualizar o post). Mas, basta assistir aos vídeos para perceber o potencial que existe aí. Já imaginou o que uma marca poderia fazer pela sua imagem lançando um jogo parecido com esses? Nós já. E é por isso que “jogos virtuais funcionando em plataformas reais” foi escolhido como uma das nossas Tendências para 2011.

31 jan

Em 2011, preste atenção em: Geolocalização.

Galera, com o post de hoje, vamos inaugurar nossa série “Tendências para 2011”, na qual vamos mostrar nossas apostas do que vai bombar neste ano na área de Novas Mídias.

Para começar, falemos de geolocalização. “Isso não é nada novo”, dirão alguns antes de afirmar que já usavam GPS para descobrir em qual esquina virar há pelo menos dois anos. Pode até ser, mas a novidade está nas possibilidades que a popularização do GPS oferece, principalmente nos celulares.


Um exemplo simples são os aplicativos que indicam ao usuário onde, perto do local em que ele está, há o estabelecimento de que ele precisa. Trocando em miúdos: você viaja para uma cidade que nunca tinha visitado na vida e decide tomar um sorvete. Com um desses aplicativos, você vê facilmente a localização de todas as sorveterias da região, inclusive com recomendações de quais são boas ou não.

E que outras coisas legais a Geolocalização oferece?

Também há aplicativos ideais para todos que querem sempre saber o paradeiro dos outros e divulgar o próprio. Redes sociais como o Foursquare são baseadas no número de check-ins que o usuário faz. Um check-in é basicamente um “oi, estou aqui” enviado para todos os seus contatos do Foursquare toda vez que você entra em algum lugar. A pessoa que tiver o maior número de check-ins em um determinado lugar torna-se o Mayor (prefeito) do local. Há diversos lugares que oferecem vantagens ao usuário que é Mayor.

Dentre esses aplicativos, o Foursquare certamente é o mais popular, mas não o único. Alguns concorrentes estão começando a tomar espaço, como o Cromaz e o Gowalla.

Imagem por Foursquare

E por que nós estamos falando tudo isso no blog de uma agência de Comunicação Digital?

Simplesmente porque as marcas e as empresas de propaganda descobriram que a geolocalização pode ser usada de maneiras extremamente criativas e, melhor ainda, extremamente lucrativas.

Acompanhem alguns cases que envolveram geolocalização:

Reparem que os exemplos são, em sua maioria, estrangeiros. Isso significa que essa tendência ainda está dando os primeiros passos no nosso mercado. Mas, com tantos cases incríveis produzidos lá fora, fica fácil acreditar que é só uma questão de tempo até cases de geolocalização começarem a ser exportados, em vez de importados.