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01 abr

Web 2.0 Expo Dia 4: Usabilidade, Social TV e Geolocalização.

O último dia de Web 2.0 Expo começou com Keynotes de diversas empresas de comércio explicando por que usabilidade e design podem ser decisivos para o sucesso de ferramentas on-line.

Dave Glasgow, do eBay, demonstrou o quanto foi importante a criação do aplicativo para iPhone e como ele ajudou a unir pontos de venda físicos com compras realizadas on-line. Para Glasgow, o consumidor quer poder comprar em casa, na rua ou na loja. É importante que as marcas estejam preparadas para vender no momento que o consumidor quiser.

Adam Goldstein, CEO do Hipmunk, um serviço de compra de passagens aéreas que está se destacando entre os concorrentes pela interface revolucionária, mostrou como é importante se diferenciar para entrar no mercado. Enquanto todos os outros sites de vendas de passagens listam horários e valores, o Hipmunk conseguiu revolucionar a categoria exibindo graficamente para os internautas os horários e melhores companhias aéreas, baseado em tempo de voo e quantidade de escalas. Segundo Goldstein, para se diferenciar dos concorrentes, é importante mostrar coisas diferentes do que os consumidores esperam, gerar boa experiência de navegação e, com isso atrair, naturalmente, mais usuários.

Social TV
Cada vez mais as pessoas estão deixando de assistir à TV e recorrendo à web para conseguir informações de forma mais prática. Na palestra de Paul Smith, da mPulse Media, foi possível notar que a TV está se reinventando e que ela é muito mais que uma tela e um receptor. A TV está se transformando em diversos aparelhos e dispositivos integrados (celular, controle remoto, video game, tablet), onde o usuário poderá escolher ao que assistir e onde assistir.

Para se integrar às redes sociais, a TV está ganhando aliados. O GetGlue, por exemplo, é um serviço de check-in, em que usuários podem avisar aos amigos a que programa de TV estão assistindo, dizer se gostaram ou não do programa e conquistar selos, conforme a frequência e variedade de conteúdo compartilhado nos aplicativos.

Grandes emissoras também já usam e abusam da interação com redes sociais, tornando o espectador parte da programação e aproveitando a interação com ele para espalhar sua programação nas próprias redes sociais.

Geolocalização
Chris Hullfs, fundador do serviço Life360, mostrou que geolocalização ainda é algo muito novo, mas que deve crescer muito nos próximos anos, principalmente pela adoção de GPS na maioria dos novos celulares e Smartphones. Com a massificação do GPS, maior precisão, o menor consumo de bateria e a possibilidade de funcionar em segundo plano, a geolocalização tem tudo para decolar e se tornar coisa séria.

Para Hullfs, a maioria das aplicações para celular que usam geolocalização ainda não são muito úteis. Mas, com a disseminação da tecnologia, serviços mais interessantes deverão surgir, como o Life360, criado por ele e que permite, através de celular com GPS, que pessoas saibam da localização de outras em tempo real, permitindo aos pais saberem onde, exatamente, seus filhos estão e transformando o celular em um dispositivo de segurança.

31 mar

Web 2.0 Expo – Terceiro Dia: Web 3.0 e o Futuro do Comércio

Nesta quarta (30), ocorreu o terceiro dia da Web 2.0 Expo, em São Francisco. Além das diversas palestras sobre Design, Programação, Redes Sociais e Marketing que aconteceram durante todo o dia, foram realizados Keynotes no final da tarde, com o objetivo de responder como será a Web 3.0 e como as marcas podem se beneficiar desta nova revolução que está acontecendo na Internet.

Reid Hoffman, fundador do LinkedIn, uma rede social para compartilhamento de interesses profissionais que teve o Brasil como país de maior crescimento em audiência no ano passado, deu seus palpites sobre como será a Web 3.0. Para ele, ela será diferente da versão 2.0, em que as pessoas deixaram de consumir para gerar conteúdo em blogs e redes sociais. Na 3.0, as pessoas começarão a gerar mais informações e agrupá-las por conta, não se limitando a um serviço ou plataforma. Ou seja, cada internauta passa a ser uma espécie de portal de notícias, produzindo ou compartilhando informações para seus amigos. Além disso, os internautas publicarão e visualizarão as informações onde e quando bem entenderem, seja em um site de notícias, um agregador de redes sociais, um aplicativo para SmartPhone ou na porta da geladeira.

Quanto a mobilidade, Raven Zachary palestrou durante a tarde sobre “um ano de iPad”, o tablet da Apple que foi apresentado ao mundo no começo de 2010 e foi apontado pelos analistas como um fracasso, mas acabou criando um novo nicho, uma nova necessidade nas pessoas e preocupação em fabricantes de computadores. Aparelhos como este, segundo Zachary e Hoffman, já se tornaram plataformas de produção e consumo de conteúdo. Os usuários que as utilizam não se importam com que site estão usando, mas sim com o conteúdo que estão publicando ou recebendo.

Esta despreocupação em não mais se limitar a sites específicos pode ser notada em diversos serviços que já utilizam como forma de autenticação as informações do Facebook e Twitter. Várias redes sociais que estão surgindo já usam tal integração para evitar aborrecimentos na hora de criar novo usuário e senha. Outros serviços, como o Mint.com, conectam-se à conta bancária dos usuários e geram gráficos de desempenho financeiro do mês sem que o usuário precise adicionar cada uma de suas transações com cartão.

Foco na informação e despreocupação sobre onde e como ela está pode ser uma grande oportunidade para o comércio. O “e-commerce” está deixando de ser somente virtual e está cada vez mais se integrando com os pontos de venda físicos, tornando as lojas virtuais parte integrada de todo o sistema de vendas das empresas.

Para Osama Bedier, do Google, o e-commerce já está mudando e, nesta fase de transição, sairão na frente marcas que focarem em formas de pagamento digital. O pagamento com cartão de crédito muitas vezes demora ou gera problemas que podem resultar em perda de venda. Meios digitais que já armazenam as informações do Cartão, como PayPal e Google Checkout facilitam a venda e ajudam a aumentar as vendas por impulso, já que o fechamento do pedido fica a apenas um clique.

Para Bedier, os estoques das lojas, físicas e on-line, precisam estar sempre na Web, para que qualquer pessoa possa, em tempo real, saber se o produto realmente está disponível na loja, realizar a compra on-line ou, ainda, escolher a loja mais próxima para buscá-lo pessoalmente.

Ainda sobre E-commerce, Bedier finalizou dizendo que as lojas precisam se unificar e, através de uma espécie de login único, integrado com redes sociais, facilitar a compra e a relação com os consumidores. Isso serviria para aproveitar informações deixadas por eles em seus perfis sociais para oferecer promoções exclusivas e relevantes. Além disso, com lojas integradas às Redes Sociais, usuários podem compartilhar produtos e experiências, transformando seus perfis em canais de venda.

30 mar

Web 2.0 Expo – Segundo dia: Novas Mídias e o Futuro da Web

Nas apresentações da manhã, foi possível notar o quanto o Facebook está em alta por aqui. A rede social, que cresceu mais de 200% em 2010 no Brasil, teve apresentações em quase todas as áreas, desde programação até Marketing, passando por Design. Entre as principais dicas, o que chamou a atenção foi o fato de que muitas empresas aqui já estão trocando e-mails marketings personalizados por anúncios personalizados, utilizando a plataforma de anúncios do Facebook. Dentro da rede social, é possível segmentar anúncios para usuários, usando informações de localização, data de nascimento, sexo, trabalho, comunidades de que participam, entre outras informações.

Social Media é, sim, para pequenas empresas e marcas locais, elas podem gerar conteúdo e conversar com as pessoas, coisa que grandes empresas podem não conseguir por conta do volume de menções diárias.

Quanto mais digital a mídia, mais mensurável ela pode ser. Em mídia social, é importante esquecer do ROI (retorno sobre o investimento, em inglês) e se preocupar com KPI’s, ou seja, a meta que a empresa deseja atingir usando redes sociais, seja ela melhorar ou construir a reputação da marca, melhorar o desempenho do marketing, aumentar o faturamento ou economizar no suporte.

Realidade aumentada ainda é o foco de muitas empresas e campanhas de marketing. Empresas que querem entrar nesta área precisam seguir algumas regras: Utilidade + Praticidade + Privacidade + Rentabilidade.

Kevin Kelly, co-fundador da revista Wired, fez uma das apresentações mais interessantes da tarde. Em 20 minutos, definiu a evolução e o futuro da internet, mostrando que ela está se tornando cada vez mais presente em nossas vidas, com telas espalhadas por todos os lugares e informações sendo produzidas e compartilhadas por todos. Neste novo ecossistema, empresas que souberem criar conteúdo original e o distribuí-lo de forma a atender o imediatismo que as pessoas exigem para conteúdo poderão faturar muito na Web.

Com apresentações curtas, diversas outras empresas mostraram como é importante medir resultados, preocupar-se com a experiência do usuário e com acessibilidade e portabilidade de sites e aplicativos. Destaque para um novo serviço, chamado InDinero, criado por uma garota recém-formada que, mensurando os acessos do seu serviço, conseguiu melhorar o desempenho de cadastros e, consequentemente, o faturamento de sua empresa em 20 vezes.

O dia terminou com um evento chamado Startup Showcase, uma espécie de “feira de ciências” para pequenas empresas de tecnologia que estão começando e precisam de investimento. Após avaliar a apresentação de cada uma das empresas no lobby do evento, o público votou nas melhores idéias, que, então, foram apresentadas no palco principal.

Para conferir, ao vivo, tudo o que está rolando na Web 2.0 Expo, é só ficar ligado no nosso twitter: @housecricket.

28 mar

Twitter. O que aconteceu de melhor em cinco anos.

O que está acontecendo? Temos um aniversariante merecedor de um post exclusivamente dedicado a ele. Na última segunda-feira, 21 de março, o Twitter completou cinco anos. Criado por Jack Dorsey (@jack), o microblog tem idade de criança, mas ganhou bastante “maturidade” nesse pouco tempo – no mundo rápido e interativo em que vivemos, significativos anos.

Há um ano, uma média de 50 milhões de tweets eram publicados por dia. Em fevereiro de 2011, as mensagens de até 140 caracteres já se tornaram cerca de 140 milhões por dia. O Twitter é o passatempo diário das mais importantes celebridades de Hollywood, espaço para opinião dos mais críticos, diário dos mais comuns internautas, SAC para os consumidores satisfeitos e também para os descontentes, veículo de notícias banais ou das mais sérias manchetes de jornais. Enfim, são 140 caracteres para qualquer um escrever o que bem entender. Unfollow pra quem decepcionar e retweet para quem merecer.

Para comemorarmos esses cinco anos de inovação, seja em propaganda, tecnologia ou interatividade, preparamos uma lista com as cinco melhores ações feitas envolvendo o Twitter. Vamos a elas:

Jeep Puzzle

Tudo o que você precisava fazer era seguir 36 perfis em uma ordem predeterminada para poder ganhar um prêmio. Divertida, simples e genial, a iniciativa fez os usuários se envolverem com a “brincadeira” e espalharem a ação.

TweetBomb
Na mesma linha criada para o filme do CCAA, com atuação de Bruce Willis, o Twitter foi integrado à campanha com interatividade de sobra. A ideia era instalar uma bomba no perfil dos seus amigos. Para desarmá-la, ele deveria cortar os fios seguindo as instruções – que apareciam escritas em espanhol. “Ou você se garante ou a língua derruba você.”

Monte seu Carro
A campanha, criada pela AgênciaClick, que lançou o novo Uno no Formspring foi parar no Twitter, fazendo os internautas escreverem uma mensagem com a hashtag #menovouno, a cor favorita e um dos adesivos disponíveis para o carro. Logo em seguida, o perfil da campanha, @seunovouno, respondia ao usuário com a foto do carro idealizado.

Doe Palavras
Usando a hashtag #doepalavras, os usuários podiam escrever palavras de incentivo aos pacientes do Instituto Mario Penna. As mensagens passavam por um filtro e então eram exibidas nas TVs dos locais onde os pacientes estivessem precisando de força e apoio, dentro do Hospital Mario Penna, Hospital Luxemburgo e da casa de apoio Beatriz Ferraz, locais onde os pacientes precisam de força. Além disso, essas mensagens formaram um livro para ser doado a diversos hospitais.

Doe Palavras from RC Comunicação on Vimeo.

Natal Mueller

Para fechar a lista com chave de casa: a ação da HouseCricket para o Natal do Shopping Mueller.
A ideia foi fazer os usuários dizerem o que eles queriam ganhar. Fugindo dos retweets e frases prontas em promoções, o Shopping deu a oportunidade de o cliente escolher o seu presente. Bastava citar uma loja do Shopping, dizer qual produto ele queria ganhar e concorrer ao presente desejado.

25 mar

Em 2011, preste atenção em: comércio social

O post de hoje encerra a série “Tendências para 2011”. E, para fechar com chave de ouro, nada melhor do que abordar uma tendência que junta duas coisas que todos os nossos leitores curtem: ganhar dinheiro e redes sociais. Mas como fazer essa união? Simples: comércio social.

Comércio social pode ser entendido como “usar das redes e mídias sociais para auxiliar no comércio eletrônico”. Explicamos: fazer comércio social é passar a ouvir e interagir com o cliente de formas mais modernas e eficazes do que a velha caixinha de sugestões. A tendência começou quando sites de venda on-line, como a Amazon, incluíram em sua interface opções que permitiam aos usuários dar notas e fazer análises dos produtos, além de possibilitar a criação de uma lista de discussão específica para cada item. Logo, a ideia se alastrou e agora praticamente todo site de compras possui um sistema de comentários e notas.

Quando a primeira inovação acabou se tornando regra, só restava aos sites inovar ainda mais. Foi assim que surgiram os sites de compra coletiva, outra forma extremamente lucrativa de comércio social. Exemplos não faltam: Peixe Urbano, Clube Urbano, Pecados da Capital e por aí vai.

Mas a força do comércio social foi verdadeiramente demonstrada com o case que vamos contar a seguir. Na Camiseteria, são os próprios usuários que geram o conteúdo (as estampas), que então são submetidas a uma votação também por eles e, depois de tudo, compradas por usuários. O site acaba funcionando simplesmente como mediador de todo o processo, além de produzir as camisetas com as estampas escolhidas, claro. Essa customização dos produtos também é outro mérito do comércio social: se benfeito, ele permite que os usuários comprem exatamente aquilo que querem ou de que precisam.

Com este post, acabamos nossa série “Tendências para 2011”. Fiquem à vontade para opinar nos comentários ou ainda fazer suas próprias apostas do que vai bombar este ano.

18 mar

Em 2011, preste atenção em: redes sociais de nicho.

Neste texto da nossa série “Tendências para 2011”, queremos começar fazendo uma pergunta: em quais redes sociais você está? Com certeza você pensará no Twitter, Facebook e talvez ainda seja um dos que mantêm um perfil no Orkut. Mas e se nós mudássemos essa questão para: “como você faria se precisasse viajar para outra cidade e não tivesse onde ficar”? Claro que você sempre tem a opção de pagar um hotel ou perguntar para amigos, mas a nossa próxima tendência também pode ser uma boa solução. Estamos falando, é claro, das redes sociais de nicho.

Rede social Couch Surfing
No caso da pergunta anterior, por exemplo, uma boa solução seria fazer um cadastro no Couch Surfing. Nessa rede social, pessoas do mundo todo se unem em prol de um objetivo: conhecer novas culturas. Nela você tem a opção de ceder a sua casa para viajantes que queiram conhecer o lugar onde você mora, assim como vê quais as pessoas que podem te receber no lugar para onde você está indo. São milhões de cadastrados no mundo todo e não podemos negar que, contanto que você tenha certeza de quem é a pessoa que vai ficar na sua casa ou te receber na dela, deve ser uma experiência muito mais interessante do que simplesmente ficar em um hotel.

Claro que algumas pessoas poderão argumentar que essas redes não têm chance alguma quando comparadas a grandes redes como Facebook e Orkut. Elas estão certas, sob um ponto de vista. Mas, sob outro, temos que considerar que redes como o Couch Surfing não têm essa intenção. Enquanto Facebook e Orkut são voltados para todo tipo de gente, as redes sociais de nicho têm um público muito específico, que busca um espaço onde possa encontrar informações sobre seu objeto de interesse e trocar ideias com aqueles que compartilham do mesmo interesse.

Além do exemplo já mencionado, vale a pena conferir iniciativas como a Migux (para crianças), a Louco Por Ti Corinthians e a Mengomania (autoexplicativas) e a Troca Jogos (usuários cadastram seus jogos de videogame e trocam entre si). O fato de iniciativas como essas não só terem surgido, mas também estarem dando certo, mostra que redes sociais de nicho realmente são uma tendência que tem tudo para dar lucro àqueles que souberem aproveitá-la.

Troca Jogo

A rede social Troca Jogo

28 fev

HouseCricket na Web 2.0 Expo, em San Francisco

Entre os dias 28 e 31 de março, a HouseCricket terá representante na Web 2.0 Expo, evento de tendências Web realizado em San Francisco desde 2007. A Web 2.0 Expo tem o objetivo de divulgar ideias e ajudar profissionais a tirar melhor proveito das tecnologias da Web 2.0.

Fernando Kanarski, coordenador de novas mídias da HouseCricket, agência digital e direct do Grupo OM Comunicação Integrada fará cobertura de todo o evento e postará resumos diários aqui no blog.

Com o tema “Desbloqueio da Economia Digital”, o evento deste ano contará com diversos debates, apresentações e oficinas com assuntos ligados a tendências em novas mídias, mídias sociais, desenvolvimento, design e marketing. Além disso, centenas de profissionais de todo o mundo estarão lá para conferir  apresentações e debates com executivos de Google, LinkedIn,  eBay, Adobe, Microsoft, Instagram, Facebook, entre outros.

Organizado pela O’Reilly Media, Inc. e UBM TechWeb, em sua quinta edição o evento deverá explorar o crescimento dos acessos mobile e transações de e-commerce no mundo, tentando responder aos profissionais do mercado como será possível aproveitar todas estas oportunidades para criar serviços e ferramentas tão interessantes como Groupon, Instagram ou Foursquare.

24 fev

Já estamos usando a Geolocalização.

FoursquareHá algumas semanas, a nossa série “Tendências para 2011” abordou a Geolocalização como algo que iria bombar neste ano. Para mostrar que a HouseCricket realmente acredita nisso, nós desenvolvemos uma ação para o Shopping Mueller que explorava essa ferramenta.

Aproveitando que o Shopping serviria de ponto de distribuição de ingressos para o tradicional Festival de Teatro de Curitiba, foi decidido que, de cara, o Mayor do Shopping ganharia dois pares de vale-ingressos. Quanto ao resto dos usuários, eles têm a chance de ganhar 46 ingressos. Basta que deem 7 check-ins no Shopping e que estejam entre os 46 primeiros a chegar no balcão de informações para também garantirem seu vale-ingresso. Essa não é a primeira ação que a HouseCricket desenvolve usando o Foursquare, mas achamos que valia a pena comentar sobre ela para mostrar que a Geolocalização realmente é uma tendência que merece ser explorada.

Além da ação no Foursquare, também criamos ações com o Shopping Mueller para distribuir vale-ingressos para o Festival de Teatro de Curitiba via Facebook e Twitter.

Para mais informações sobre essas promoções, acesse: Promoções nas Redes Sociais.

26 fev

Tendências em Redes Sociais para 2010

Postado por Fernando | Categoria: Tendências | Nenhum comentário Tags: ,

Muito interessante o estudo que David Armano publicou no site Harvard Business Review sobre tendências em Redes Sociais. Lá ele cita que, em 2009, tivemos um aumento exponencial dos meios de comunicação social e, em 2010, as redes sociais vão ficar ainda mais populares, mais móveis e mais exclusivas.

Mesmo o estudo sendo dos Estados Unidos, podemos perceber que suas reflexões valem muito para o Brasil. Aqui, o Orkut já conta com mais de 35 milhões de perfis, o Twitter com cerca de 5 milhões e cerca de 22 milhões de usuários utilizando Instant Messenger.

  1. Meios de comunicação sociais começarão a parecer menos sociais: a quantidade de opções e conexões farão os usuários buscaram cada vez mais grupos exclusivos e uso de filtros para receberem somente o que desejam.
  2. Relacionamento com clientes através das midias sociais: as pessoas falam cada vez mais sobre as marcas em redes sociais. Estar preparado para se relacionar com estes usuários se tornará cada vez mais necessário.
  3. Investir em social business ganha cada vez mais importância: incentivar participantes das redes sociais com níveis de participação e prêmios será uma forma de mantê-los fiéis às marcas, uma vez que cada vez mais players estão disputando a atenção dos usuários.
  4. Sua empresa terá uma política de comunicação social: se sua empresa ainda não possui uma política de comunicação social e não está presente nas mídias sociais, ela está anos-luz atrás dos grandes players. Diretores cada vez mais cobrarão do Marketing e Comunicação da empresa a sua participação em Redes Sociais.
  5. Mobilidade torna-se a salvação para as mídias sociais: a maioria das redes sociais possuem versões móveis e isso será cada vez mais utilizado, uma vez que a maioria das grandes empresas bloqueiam acesso de seus funcionários às Redes Sociais. Utilizar o Celular para atualizar o status em redes sociais se tornará cada vez mais uma coisa comum.
  6. Compartilhamento não significa mais e-mail: compartilhar conteúdo no Facebook, Twitter, Google Buzz, entre outros se torna cada vez mais um hábito, uma vez que a maioria dos blogs e grandes portais possuem ferramentas que facilitam este compartilhamento, diminuindo o uso de e-mail como principal ferramenta de compartilhamento de informações.

E a sua empresa? Está preparada para isso?